
A crise administrativa em Porto do Mangue ganhou novos e obscuros contornos nas últimas horas. O que parecia um caso isolado revelou-se um verdadeiro efeito dominó de inadimplência: após o corte de energia da Escola Francisca Serafim, o próprio prédio da Prefeitura Municipal teve o fornecimento interrompido pela Neoenergia Cosern.
O centro do poder municipal ficou às escuras apenas 30 minutos após a notícia do corte na unidade de ensino.
O Reprise de um Filme Conhecido
Esta não é a primeira vez que a atual gestão deixa o município passar por esse vexame. Em episódios anteriores, vimos vereadores da base aliada correrem para as redes sociais e tribunas em busca de justificativas externas, tentando transferir a responsabilidade para gestões passadas ou problemas técnicos inexistentes.
A Pergunta que Não Quer Calar
Diante da reincidência, a população se pergunta: quem será o culpado da vez?
Será que a culpa é de Pedro Álvares Cabral, por ter chegado ao Brasil em 1500?
Será culpa de alguma administração do século passado?
Ou seria um "alinhamento dos astros" que impediu o pagamento das faturas?
A realidade é bem menos complexa: O problema não está no passado, mas no presente. A falta de energia é o reflexo direto do desastre administrativo da Gestão Faustino.
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